Uma breve confissão: Contentamento

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Em meio à uma sociedade demasiadamente consumista e levada pela insatisfação – independemente do que possui-, somos tentados a seguir este padrão e tentados a pensar como os ímpios.

SIM, nós temos uma natureza pecaminosa e precisamos ser constantes na oração e vigilância!

Houve momentos em minha vida que eu detestava o fato de não ter as mesmas condições que outras meninas tinham. Só o fato de que meus pais não poderiam me dar tudo o que elas possuíam, me deixava com raiva, tristeza, indiferença e desânimo. Quão miserável fui!

Quão miserável sou por não contentar-se com o que, graciosamente, Deus me concedeu!

Quão miserável sou todas as vezes que olho para outras pessoas e cobiço, desejo, a praticidade delas, a roupa, a casa, a inteligência, a aparência, o emprego, o modo de agirem! Quão miserável! Ah! Miserável! Não contentar-se com a bondade do Senhor em proporcionar-me crescer (no meu caso) em um lar cristão, sendo instruída no caminho do Senhor; sendo amada e protegida; tendo o pão na mesa todos os dias (mais de uma vez ao dia!). Não é bom?! Tendo o que vestir e calçar. Tendo tantas outras coisas que sequer me são necessárias!

Oh, Senhor! Tudo o que eu mereço é CASTIGO; é a retirada de tudo o que me concedeu. Mas a tua bondade e misericórdia é grandiosa; a tua graça e o teu amor me fazem olhar para mim mesma e verificar a minha condição de miserável pecadora, salva tão somente por tua maravilhosa graça, pelos méritos de Jesus Cristo; e eu nada mais sou do que alvo da graça do Senhor; uma alma salva, buscando aqui na terra combater o bom combate da fé e aprendendo a viver para Tua glória.

E, hoje, o que tens me despertado para aprender é: contentamento.

É ser alguém piedosa e contente, independente das circunstâncias. Hoje tenho tudo e estou aprendendo a estar contente assim, porém amanhã não sei o que me aguarda, o que enfrentarei, mas, apesar disto, quero estar contente também! Tendo tudo, ou passando por privações.

Livra-me Pai de almejar ser alguém rica, pois os que assim fazem caem em tentação e muitos se desviaram da fé por causa disso! Aqueles que amam o dinheiro jamais te amarão também! Suas forças estão em ganhar, lucrar, e nunca estão satisfeitos; confiam nas suas riquezas e desprezam o fato de que absolutamente nada trouxemos ao vir ao mundo e, quando morrermos, nada levaremos conosco.

A minha confiança deve estar unicamente no Senhor! É Ele quem suprirá as minhas necessidades.

Penso que, se o Senhor me designou para casar-se e formar uma família, quero estar (juntamente com o meu marido) plenamente satisfeitos em Cristo e contentes no Senhor! A maior riqueza para mim será a nossa comunhão com Deus, e a nossa comunhão uns com os outros.

Tendo em mente que, sobretudo, a presença de Deus em nosso meio é tudo o que devemos anseiar todos os dias que Ele nos der na Terra, até que (finalmente), Ele nos chame para – na eternidade – gozar plena e perpetuamente de Sua glória, majestade e santíssima presença.

À Deus seja a glória hoje e eternamente! Amém.

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